Durante sabatina realizada nesta quinta-feira (3), o candidato ao governo do Paraná Sergio Moro (PL) afirmou que, caso seja eleito, exigirá um planejamento rigoroso de investimentos da Companhia Paranaense de Energia (Copel) para solucionar os recorrentes apagões e falhas no fornecimento de eletricidade no estado.
Posição sobre a privatização da Copel
O político do PL destacou que apoia o modelo de desestatização, mas criticou severamente a qualidade atual da prestação de serviços aos cidadãos paranaenses após a venda da estatal. Moro ressaltou que, mesmo sendo adepto de uma gestão de centro-direita favorável à iniciativa privada, a empresa precisa prestar contas e ressarcir os consumidores pelos danos causados pelas interrupções no serviço.
Agenda de campanha e compromissos oficiais
Antes de participar da entrevista na rádio Jovem Pan, o candidato iniciou suas atividades cumprindo agenda em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Na cidade, ele gravou material para o horário eleitoral gratuito e se reuniu com membros da Associação de Moradores e Produtores Rurais, além de visitar a tradicional Colônia Murici.
No período da tarde, a programação incluiu novas gravações de propaganda política na capital paranaense e conversas com veículos de comunicação locais. O encerramento da agenda do dia ocorreu na região norte do estado, com a participação em um tradicional rodeio no município de Astorga.
O cenário da disputa eleitoral no Paraná
Oficialmente iniciada em 16 de agosto em todo o território nacional, a campanha permitiu que os postulantes aos cargos públicos intensificassem a busca por votos por meio de comícios, carreatas, debates e inserções no rádio, na televisão e na internet, sempre sob a fiscalização da Justiça Eleitoral.
O pleito para o primeiro turno está agendado para o dia 4 de outubro, enquanto um eventual segundo turno ocorrerá em 25 de outubro. No estado, a corrida pelo Palácio Iguaçu conta com oito candidatos oficializados por suas legendas: Adriano Teixeira (PCO), Alexandre Salomão (Mobiliza), Luiz França (Missão), Requião Filho (PDT), Samuel Mattos (PSTU), Sandro Alex (PSD), Sérgio Moro (PL) e Tayná Miessa (UP).