Caso o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tenha ingressado na Argentina partindo de Foz do Iguaçu (PR) antes de seguir viagem para Miami, conforme apontado pela administração de Javier Milei, ele e seus familiares cruzaram um território marcado pela intensa presença de simpatizantes bolsonaristas e por um histórico de respaldo a investigados por tentativas de golpe que viraram alvos de mandados de prisão.
Conexões na fronteira
A rota atribuída ao parlamentar passa por uma área geográfica que tem servido de refúgio e apoio logístico. O trecho paranaense é apontado por investigações como o mesmo caminho utilizado por outros aliados do ex-presidente que deixaram o país clandestinamente após os desdobramentos dos atos de 8 de janeiro.
Histórico de fugas
A região fronteiriça abriga figuras que escaparam da Justiça brasileira, consolidando-se como um ponto nevrálgico para o grupo político. A infraestrutura local e as alianças na zona de divisa facilitam o trânsito internacional e a ocultação de indivíduos procurados pelas autoridades nacionais.
A revelação sobre o trajeto internacional amplia o escopo das apurações sobre a movimentação de figuras ligadas ao clã presidencial em direção ao exterior, evidenciando a utilização de redes de apoio já estabelecidas em zonas de fronteira sensíveis.



