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Câmara aprova declaração de Utilidade Pública para o Instituto Jojoca

A Câmara de vereadores e Pato Branco aprovou, em primeira votação, na tarde desta segunda-feira, 18, o projeto de lei que declara de utilidade pública o Instituto Jojoca de Beneficência.

O Instituto, tem como finalidade promover a inclusão social, mediante a prestação de serviços na área de assistência social, educacional e cultural na comunidade em vulnerabilidade social, buscando a proteção da família, da maternidade, da infância, da adolescência e da velhice, promovendo o desenvolvimento da sociedade.

Tem como prioridade oportunizar, na medida de suas capacidades, o amparo e desenvolvimento integral das crianças e adolescentes em situação de pobreza no município de Pato Branco, através de projetos que valorizem a educação, a ética, o desporto, o lazer e o fortalecimento de vínculos, promovendo o seu bem-estar físico e emocional.

Uma das principais ações é o atendimento semanal, nas sextas-feiras e aos sábados para 240 crianças e adolescentes de 1 a 15 anos, sendo que 26 têm mais de 15 anos, que se encontram em situação de vulnerabilidade social, residentes do bairro São João, Vila São Pedro e Alto da Glória, em nosso município, construindo, em sintonia comas políticas públicas de assistência social e o voluntariado, programas que produzam resultados positivos à inclusão social, ao desenvolvimento humano e a melhoria da qualidade de vidas seja da comunidade e/ou das pessoas carentes do município de Pato Branco.

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Deputados vão encaminhar denúncia à ANEEL sobre quedas de energia no Paraná

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Prejuízos nos lares, empresas, indústria e no agronegócio. As frequentes quedas no fornecimento de energia no estado e seus impactos para a sociedade paranaense foram discutidos em audiência pública nesta segunda-feira (18), na Assembleia Legislativa do Paraná. A iniciativa dos deputados Luciana Rafagnin (PT), Arilson Chiorato (PT) e Anibelli Neto (MDB) reuniu especialista e representantes de entidades para apresentar dados, debater e formalizar encaminhamentos para tentar amenizar o problema.

Documento resultante do encontro será enviado à Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e a outros órgãos de controle como Ministério Público Federal, (MPF), Ministério Público Estadual (MP-PR) e para o Tribunal de Contas (TCE-PR), para um levantamento dos investimentos realizados para melhoria da qualidade.

“Faremos denúncia à ANEEL e notificaremos o MP-PR para intermediar uma reunião com a Copel, porque temos direito a uma resposta”, informou a parlamentar, ao lamentar a ausência de representantes da empresa durante a audiência pública. “É um descaso com os paranaenses e com a Assembleia Legislativa. A ausência da Copel aqui é um sinal do lado que ela está”, reforçou o deputado Arilson Chiorato.

Os parlamentares também defenderam no encontro a necessidade de se estabelecer uma meta de Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (DEC) próprio para a energia da zona rural, além de se criar um modelo padrão de denúncia para registrar as reclamações de prejuízos e entrar com ação de responsabilização criminal e ressarcimento.

Falta de ressarcimento

Durante o evento no Plenarinho, os deputados apresentaram dados e consequências provocadas pelas interrupções de energia. “Só no ano passado, a Copel recebeu mais de 28 mil pedidos de ressarcimento. Destes, apenas 7 mil foram atendidos e o restante da população ficou sem esse atendimento”, citou a deputada Luciana Rafagnin. “A energia é um bem essencial para a vida de todo cidadão. Necessária tanto para o trabalho doméstico, até à indústria, ao comércio e à agricultura. São muitas reclamações de agricultores que têm perdido a produção de leite, também na avicultura, psicultura”, acrescentou a Luciana Rafagnin.

O deputado Arilson Chiorato ressaltou que os registros de queda de energia estão generalizados no estado. “Eu produzi um ‘apagômetro’ no meu mandato. Temos hoje 382 cidades do Paraná que registraram queda de energia com frequência depois da venda da empresa. Estamos preocupados com isso, principalmente com o setor agrícola. São muitas denúncias de queda de energia: paralisa o trabalho, morre frango, morre peixe, falta ração, mercados que têm prejuízos enormes com a falta de luz. A gente precisa apurar agora se é coincidência, se é problema técnico, se é problema por causa de recursos humanos. A única certeza que a gente tem é de que o povo está pagando a conta”, afirmou.

“Dados demonstram que após se tornar uma corporação, o atendimento ao público piorou, o tempo de religação aumentou, de duas horas na cidade e para sete horas no campo. Tenho a satisfação de presidir a Comissão de Agricultura e Pecuária para defender as famílias do campo que lutam com suor do seu corpo para levar o Brasil à diante. Somos parceiros dessa luta”, disse Anibelli Neto.

“Prejuízo muito grande, porque as agroindústrias são afetadas e também as residências. Temos recebido reclamações de todo estado, não só de uma região. Já passou dos limites. Energia elétrica não é luxo, mas é um bem necessário. Além de ficar sem energia, há queima de equipamentos e motores. É preciso de providências urgentes”, cobrou o deputado Professor Lemos (PT)

O deputado Luis Corti (PSD) citou que “relação à interrupção e descontinuidade, um relatório ANEEL, divulgado na sexta-feira (15) mostra extrema preocupação e indica que, em 2023, cada brasileiro ficou em média 10,4 horas sem energia e a frequência equivalente de interrupção foi de cinco vezes ao ano no Brasil”.

O ex-deputado estadual e atualmente deputado federal Tadeu Veneri (PT) apontou que o problema não é local. “Estamos acompanhando isso em outros estados, graças ao mecanismo de venda das empresas para dar lucro ao setor privado. O que está sendo feito é maximizar os lucros, tirar tudo que for possível da companhia, vender ativos, não contratar funcionários, distribuir lucro aos acionistas, inviabilizar a companhia e devolver o esqueleto ao estado”.

Prejuizo

O coordenador do centro de Apoio Operacional das Promotorias (Caop), Olympio Sotto Maior Neto, salientou que “no ordenamento jurídico brasileiro, a regra é de que os serviços públicos fundamentais, além de qualidade permanente, sejam contínuos. Isso justifica a intervenção do Ministério Público, seja fazendo recomendações à COPEL para que esse tipo de corte no fornecimento da energia não ocorra, seja até com a possibilidade, se for o caso, de ações de indenização, buscando a reparação daqueles que sofreram prejuízo com o corte da energia elétrica.”

“Momento de indignação pelo descaso e desrespeito. A ausência da Copel mostra que a prioridade é entregar lucro aos acionistas. Água e energia não são mercadoria e transformaram nossa energia em uma mercadoria fajuta”, disse o coordenador geral da Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar do Estado do Paraná (Fetraf-PR), Elizandro Krajczyk

Presidente do Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (Senge), Leandro Grassmann considera que houve deterioramento na qualidade do fornecimento. “Depois da privatização, em agosto do ano passado, teve 41% a mais de interrupção de energia elétrica e 55% mais de tempo de reparo. Passou de quatro para 6h36 o tempo médio de reparo. Dados também mostram que 56% das unidades consumidoras que de sofreram queda estão na área rural e o tempo de reparo nesta área tem sido absurdamente alto extremamente. Em 2023, tivemos mais 25 mil unidades consumidoras por mais de dois dias sem energia elétrica”.

“Quem deveria estar aqui para ajudar a achar uma solução não comparece. Além do valor cobrado, temos o prejuízo com a ausência da energia e da terceirização com mão de obra ruim”, citou o representante da Federação dos Trabalhadores Rurais e Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fataep), Claudinei de Carli.

O especialista em Energia da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Carlos André Fiuza, também citou que a entidade tem recebido relatos referentes à baixa qualidade de energia.

O técnico da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Luiz Eliezer Ferreira, citou ranking da ANEEL “divulgado no dia 15 de março, mostrando que em um universo de 29 empresas, a Copel caiu do 10ª lugar em 2021, para 25º lugar e 2023, mostrando forte deterioração do serviço”.

“Por que não conversamos com gaúchos e paulistas para saber o caos que está lá? O agricultor se sente impotente, sabendo que o Paraná é o maior produtor de energia elétrica no país e sofre com a fata de energia”, disse o professor do Instituto Federal, representando a Central Única dos Trabalhadores (CUT/PR), Jaci Poli.

Nota

Por nota a Copel questionou ranking divulgado pela ANEEL:

O ranking divulgado pela ANEEL é distorcido, pois não elenca as distribuidoras pelo tempo médio sem energia durante o período observado por empresa distribuidora (2023), o chamado DEC, que é a Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora.

O que esse ranking da ANEEL propõe é uma comparação entre meta por distribuidora e desempenho alcançado ao fim do período observado em relação a essa meta, que é atribuída pela própria ANEEL e varia de uma empresa para outra. Ou seja, as metas não são as mesmas para todas as distribuidoras de energia, o que torna a comparação entre elas um exercício assimétrico.

De acordo a nota técnica da ANEEL, 13 empresas colocadas à frente da Copel nesse ranking da agência têm desempenho inferior ao da própria Copel, pois possuem um DEC superior a 7,85 horas, ou seja, acima do DEC da companhia paranaense. A meta da ANEEL para a COPEL em 2023 era de 8,7 horas. Portanto, foi batida com folga. Dessa forma, o ranking da ANEEL induz a uma percepção equivocada da realidade no setor elétrico brasileiro, ao colocar à frente empresas que têm pior desempenho no critério mais importante para o cliente, que é o da oferta continuada de energia.

Assim, as 13 empresas que ficaram à frente e têm um desempenho pior que o da Copel na oferta continuada de energia ao cliente são as seguintes: Equatorial Pará (DEC de 16,86 horas), Energisa Tocantins (DEC de 16,12), Energisa Paraíba (DEC de 10,99), Energisa Minas Rio (DEC de 8,11), RGE (DEC de 8,63), Energisa Mato Grosso (DEC de 16,16), Energisa Mato Grosso do Sul (DEC de 9,29), Coelba (DEC de 10,70), Celpe (DEC de 11,30), Enel Ceará (DEC de 9,76), Enel RJ (DEC de 9), Equatorial Maranhão (DEC de 14,03), Celesc (DEC de 8,56).

Cabo rompe e trabalhadores ficam pendurados a 45 metros de altura

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Cabo de andaime rompeu no 15º andar e trabalhadores ficaram pendurados no prédio em construção no Centro de Cascavel, no Oeste do Paraná, na manhã de segunda-feira (18). Eles foram resgatados uma hora após o acionamento das equipes do Corpo de Bombeiros.

A ocorrência foi atendida no cruzamento das ruas Natal com a Visconde de Guarapuava. Eles trabalhavam no lado de fora da construção, no 15º andar a uma altura aproximada de pelo menos 45 metros.

Os trabalhadores estavam no andaime no lado externo realizando serviço de reboco na parede, quando o cabo se rompeu e eles ficaram pendurados pelos cabos.

Equipes do Corpo de Bombeiros foram mobilizados para resgatar as vítimas. Militares estão na parte superior do imóvel, enquanto outros estão na janela ao lado se preparando para o resgate.

Um dos bombeiros desceu até as vítimas, utilizando a técnica de rapel, para na sequência retirá-las com segurança. Os trabalhadores usavam Equipamento de Proteção Individual (EPI) o que auxiliou na proteção e evitou ferimentos.

Por volta das 9h12, o primeiro operário foi resgatado e levado até uma janela próxima onde foi retirado da situação de risco. Na sequência os procedimentos seguiram para a remoção do outro que terminou por volta das 9h21, uma hora após o acionamento dos militares.

Expobel termina com público superior a 500 mil visitantes.

O nono dia de Expobel, domingo, 17 de março, levou 52.393 visitantes ao parque de exposições de Francisco Beltrão.

O número refere-se às pessoas que circularam durante o dia e noite. O show de encerramento foi com a dupla goiana Clayton & Romário.

O público total divulgado pela organização foi de 507.399 visitantes.

O investimento em shows ultrapassou os 3 milhões de reais na parceria entre prefeitura e patrocinadores.

Os shows foram gratuitos para o público. Mas segundo levantamentos os valores pagos foram:

Menos é Mais, R$ 380 mil;

Daniel, R$ 385 mil;

Leonardo R$ 400 mil;

Simone Mendes, R$ 550 mil;

Luan Santana, R$ 650 mil;

Ana Castela, R$ 650 mil.

Público por dia

Sábado – 9/3: 62.074

Domingo – 10/3: 87.235

Segunda – 11/3: 18.646

Terça – 12/3: 23.354

Quarta – 13/3: 34.732

Quinta – 14/3: 97.572

Sexta – 15/3: 50.077

Sábado – 16/3: 81.316

Domingo – 17/3: 52.393

Total: 507.399 visitantes.

Batalha Tchandall. Jovens da periferia realizam evento em Palmas. 

Palmas viveu neste final de semana a @batalha.tchandall . A Batalha Tchandall foi realizada na pista de skate, foi criado por jovens da periferia é uma mostra da arte de rua. O alcance não ficou restrito aos presentes, todo a atividade foi transmitida ao vivo, no Facebook, pela página https://www.facebook.com/pimentadepalmasnoticias @joaopimentajornalista

Além de várias apresentações o evento tornou-se uma forma encontrada pela juventude em protestar pela falta de apoio a cultura, especialmente a cultura da periferia.

Foi realizado até um momento de protesto, que foi rápido, mas certeiro. Em menos de 30 segundos um refrão, direcionado à prefeitura de Palmas uniu a necessidade de vidas serem salvas e o apelo para a cultura e arte. “Alô prefeitura, alô prefeitura, cês querem salvar vidas, apoie a arte e Cultura”.

Todo o evento ocorreu de forma ordeira e tranquila.

@digitalgoodvibe

Mãe leva filho autista para a balada, agride avó e conselheiro tutelar, tenta fugir com carro do conselho e termina detida.

No início da madrugada deste domingo, 17, o Conselho Tutelar de Pato Branco acionado por populares para atender uma ocorrência em um posto de combustível, onde uma mulher, possivelmente embriagada, estaria com seu filho de 4 anos, que é autista, o que colocaria em risco a criança.

Para atender a ocorrência, esteve no local o conselheiro Altair Pinto de Lima, que acionou a Polícia Militar. Chegando no posto de combustível a PM conduziu a mulher para a sede do 3BPM.

Após localizar a avó da criança, o Conselheiro Altair Pinto de Lima, conduziu a avó e criança para a residência da mesma no bairro La Salle. No momento que chegaram na casa da avó, a mulher também chegou e iniciou uma discussão com o conselheiro e a avó da criança. A mulher agrediu com um soco na boca a avó e partiu para cima do conselheiro, também o atingindo na boca e braço. Na confusão, ela ainda machucou a criança

Se não bastasse, a mulher ainda tentou fugir utilizando o veículo do Conselho Tutelar, mas foi contida pelo conselheiro Altair. Novamente foi acionada a Polícia Militar, que conduziu a mulher para o 3 BPM e posteriormente para a central de flagrantes da 5ªSDP.

PL de Pato Branco quer a juventude debatendo e participando da política

Como forma de incentivar a participação da juventude na discussão e promoção política, o Partido Liberal de Pato Branco criou nesta semana o PLJovem.

O PL Jovem tem como base o apoio à aplicação de políticas públicas voltadas à juventude. Percebendo que a juventude tem mostrado cada vez menos interesse na política tradicional, buscando novas alternativas ao velho jeito de fazer política, o PLJovem quer debater com a juventude pautas que os interesse.

Participaram da oficialização do PLJovem o presidente do partido em pato Branco Gilmar Arcari, o vereador Claudeniir Zanco, o Biruba e o pré-candidato Géri Dutra. A frente do PLJovem estará o Policial Martins, que terá a missão de movimentar a juventude e com ela debater as principais propostas que serão aplicadas em Pato Branco.

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Judiciário condena por corrupção e lavagem de dinheiro ex-prefeito e ex-diretor da prefeitura de Mangueirinha denunciados pelo MPPR na Operação Container

A partir de denúncia oferecida pelo Ministério Público do Paraná, o Judiciário condenou o ex-prefeito de Mangueirinha (gestões 2009-2012 e 2013-2016)), no Centro-Sul do estado, e um ex-diretor de Administração do município pelos crimes de corrupção passiva (praticado por 32 vezes) e lavagem de dinheiro (três vezes). A sentença, expedida na quarta-feira, 13 de março, responde a ação penal proposta pela Promotoria de Justiça de Mangueirinha.

As investigações sobre o caso tiveram início a partir de investigação dos núcleos de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Grupo Especializado na Proteção do Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria), no âmbito da Operação Container, que apura ilícitos em processos licitatórios de serviços de coleta de resíduos sólidos em municípios paranaenses. Segundo as apurações, eles receberam vantagens indevidas de R$ 677.214,87 de empresários que mantinham contratos administrativos com a prefeitura para a prestação de serviços. Os fatos ocorreram entre 2012 e 2018.

A decisão judicial fixou penas de 13 anos, 2 meses e 12 dias de reclusão para o ex-prefeito e de 10 anos e 24 dias de reclusão para o ex-diretor, ambos em regime inicial fechado. Cabe recurso da decisão.

Número dos autos 0000727-30.2022.8.16.0110

Servidores federais reconhecem avanços com governo Lula, mas pedem reposição salarial e melhorias para a educação

Os servidores técnicos administrativos em educação (TAEs) entraram em greve em ao menos 30 universidades do país. Até este momento, mais de 50% da base da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra) aderiram ao movimento.

Nacionalmente, os TAEs constituem uma das 64 carreiras administrativas do Poder Executivo Federal. São aproximadamente 133 mil servidores ativos e 69 mil servidores aposentados.

Servidores do comando de greve reconhecem que foi importante a mudança de governo, classificando o período da gestão Bolsonaro como autoritário e de total congelamento nos investimentos. Agora, porém, querem mais avanços do governo Lula e do ministro da Educação, Camilo Santana.

Em sua passagem por Pato Branco o Deputado Federal Zeca Dirceu afirmou que houve avanços para algumas categorias e desde o ano passado o governo dialoga e negocias com a categorias. Sobre a greve, o deputado afirmou que por vezes ela é necessária, mas que mesmo assim será mantido o diálogo.

Secretária de Saúde explica o que muda se for decretado estado de epidemia por dengue

O governo do Paraná decretou situação de emergência em saúde pública por causa da explosão de casos de dengue no estado. De acordo com a Secretaria de Saúde, a decisão foi motivada pelo aumento no número de casos e de óbitos confirmados pela doença nas últimas semanas.

O decreto vai vigorar por 90 dias e, segundo a pasta, tem como finalidade reforçar ações adotadas para o controle e combate à doença. O documento destaca, por exemplo, a intensificação de visitas domiciliares para identificação e eliminação de focos do mosquito Aedes aegypti e o uso de larvicidas.

A secretária de Saúde de Pato Branco, Liliam Brandalise, convocou a população para combater de forma firme e comprometida o mosquito transmissor da dengue. Ela ressaltou que, se decretado estado de epidemia, a estrutura de saúde será voltada com foco especial em casos de dengue.

No boletim de quarta-feira, último divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, foram contabilizados 93 casos de dengue em Pato Branco com 1205 notificações.