O senador Rogério Marinho (PL-RN), que atua como coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, pretendia votar contra a proposta que acaba com a jornada de trabalho no modelo de seis dias de labor por um de descanso. No entanto, ele acabou mudando de ideia após sofrer forte pressão interna de aliados e da cúpula partidária.
A pressão da cúpula partidária
O parlamentar potiguar foi convencido de que posicionar-se contrariamente ao fim da escala 6×1 poderia gerar um desgaste eleitoral severo e comprometer as pretensões presidenciais do partido nas próximas eleições.
Estratégia para a disputa presidencial
Diante dos argumentos apresentados por colegas de bancada e dirigentes nacionais da legenda, a ordem passou a ser evitar qualquer medida que pudesse prejudicar a imagem da sigla junto ao eleitorado trabalhador, priorizando o projeto de 2026.