O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva esteve em Curitiba na manhã deste sábado (12) para um ato de campanha na tradicional Boca Maldita, localizada no Centro da capital paranaense.
Investimentos na educação e ensino integral
Durante seu pronunciamento, o petista enfatizou o crescimento no número de universidades e institutos federais registrados ao longo de seus mandatos anteriores, tratando a área educacional como pilar fundamental para o desenvolvimento nacional. O político assumiu o compromisso de implementar o modelo de educação em tempo integral da creche até o ensino médio.
Segundo o discurso, permanecer o período completo no ambiente escolar proporcionará um aprendizado mais abrangente aos jovens. A grade curricular incluiria disciplinas tradicionais aliadas a atividades de arte, cultura, conscientização ambiental e debates sobre o feminicídio. Além disso, a medida visa garantir segurança aos responsáveis, permitindo que saibam que os filhos estão protegidos contra o aliciamento pelo crime organizado enquanto trabalham.
Apoios políticos no palanque
O evento contou com a presença de importantes lideranças políticas regionais. Subiram ao palco para demonstrar apoio Requião Filho, candidato ao governo estadual pelo PDT, além de Gleisi Hoffmann e Dr. Rosinha, ambos filiados ao PT e concorrentes a vagas no Senado pelo Paraná.
Memórias da prisão na capital paranaense
Em outro momento de sua fala, o candidato rememorou o período em que esteve detido na superintendência da Polícia Federal em Curitiba, no ano de 2018, em decorrência dos desdobramentos da Operação Lava Jato.
Eu fiquei aqui na cadeia por conta de uma mentira. Tô até agora esperando, cadê minha chácara e cadê meu apartamento no Guarujá? Até agora eu tô esperando, declarou o político.
Aproveitando o ato público, o candidato reforçou o pedido de sufrágio para Requião Filho. Embora tenha afirmado que evitaria criticar adversários por falta de conhecimento profundo sobre todos, ele fez um apontamento crítico ao afirmar que existe um oponente que não vale o que come, sem citar nomes.












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