Invasão a creche em Curitiba termina com sequestrador morto

Um indivíduo armado com uma faca invadiu um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) situado no Bairro São Braz, na capital paranaense, durante a tarde desta sexta-feira (9). A informação foi confirmada pelo Batalhão de Polícia de Rondas Ostensivas de Natureza Especial (BPRONE).

Operação de resgate no Bairro São Braz O agressor manteve 13 menores sob a mira da arma branca no interior de uma sala da instituição educacional. O desfecho ocorreu por volta das 18h20, quando o suspeito acabou sendo morto após mais de 120 minutos de infrutíferas tentativas de acordo, conforme relatado pela Secretaria de Segurança Pública (Sesp).

Ações do BOPE e isolamento da área A Polícia Militar assegurou que todos os pequenos reféns foram salvos sem ferimentos graves. Tanto as vítimas quanto seus familiares receberão suporte médico e psicológico especializado.

De acordo com a Sesp, o invasor espalhou combustível pelo cômodo onde estava trancado com o grupo e tinha a clara intenção de incendiar o local. Enquanto o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) tentava o diálogo, o perímetro ao redor da unidade escolar permaneceu bloqueado, contando inclusive com o monitoramento aéreo de um helicóptero da corporação.

Alunos de outras salas conseguiram escapar em segurança antes que a situação se agravasse ainda mais. Até o fechamento desta apuração, as autoridades ainda não haviam esclarecido se o criminoso possuía algum grau de parentesco ou vínculo com os matriculados na unidade.

Apoio às famílias e nota oficial Parentes dos estudantes foram recebidos e amparados por servidores da Prefeitura de Curitiba, que disponibilizaram especialistas em psicologia para o auxílio emergencial. Os responsáveis pelos alunos de um colégio vizinho também foram acionados para a retirada preventiva dos estudantes.

Em comunicado oficial, a administração municipal expressou gratidão pela rápida resposta das forças de segurança e ressaltou que, desde o princípio do incidente, colocou sua estrutura à disposição para amparar os menores, os servidores da educação e os parentes afetados.

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