A crescente busca por uma rotina mais equilibrada tem forçado até mesmo os gigantes da indústria a reformularem seus produtos mais populares, priorizando ingredientes naturais e eliminando componentes como açúcar, calorias e cafeína em troca de perfis nutricionais mais vantajosos.
Crescimento global do mercado saudável
Dados de mercado ajudam a dimensionar essa transformação. Um estudo da agência norte-americana, Allied Market Research, estimou que o mercado global de alimentos funcionais, avaliado em US$ 177,77 bilhões em 2019, deverá chegar a US$ 267,92 bilhões em 2027, com crescimento anual de 6,7%.
Já uma projeção da Global Industry Analysts aponta que o mercado mundial de alimentos e bebidas orgânicos pode alcançar US$ 495,9 bilhões em 2027. São projeções feitas que ajudam a mostrar que a expansão da saudabilidade é uma tendência estrutural do setor.
O impacto nas prateleiras dos supermercados
Essa nova postura do consumidor exige que os pontos de venda ofereçam uma ampla gama de soluções em um só lugar. No Ítalo Barigui, o setor de Saudabilidade reúne produtos nacionais e importados voltados a diferentes necessidades, com opções de whey, creatina, alimentos proteicos, granolas, sementes, produtos zero, alimentos ricos em fibras e outros itens funcionais.
Proteínas e itens funcionais na rotina
A busca por proteína é um dos exemplos mais visíveis da mudança de postura do consumidor. O nutriente passou a fazer parte não apenas de quem pratica atividades físicas, mas também de consumidores interessados em saciedade, manutenção da massa muscular e qualidade da alimentação.
A fonte de proteínas pode estar em carnes, ovos, leite e derivados, mas também em grãos, sementes e outros alimentos de origem vegetal. O interesse atual está menos concentrado em uma única dieta e mais na possibilidade de encontrar diferentes fontes de nutrientes para montar refeições equilibradas.
Sustentabilidade e produtos orgânicos
A preocupação com o que está no prato também se relaciona à forma como o alimento é produzido. Produtos orgânicos, certificações relacionadas à produção e iniciativas voltadas ao bem-estar animal passaram a fazer parte dos critérios observados por consumidores que querem conhecer melhor a origem daquilo que compram. A sustentabilidade, nesse contexto, deixa de ser apenas uma discussão ambiental e passa a fazer parte da decisão de compra.
O consumidor atual não busca restrições severas, mas sim o equilíbrio perfeito entre o prazer de comer bem e a escolha consciente de nutrientes que beneficiam o organismo a longo prazo.