Nos bastidores, petistas querem substituir Enio Verri por um nome mais próximo da bancada na Câmara
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!A derrota da deputada federal Gleisi Hoffmann (PT) na disputa por uma vaga no Senado, em 4 de outubro, movimentou os bastidores da política paranaense em torno de Itaipu Binacional. Deputados federais do PT começaram a articular a indicação de um novo diretor-geral brasileiro da usina.

O cargo é ocupado hoje por Enio Verri, ligado a Gleisi. Nos bastidores, petistas defendem a troca por um nome mais próximo da atual bancada do partido na Câmara dos Deputados. Uma mudança nesse posto reduziria a influência da ex-presidente nacional do PT, principal nome da sigla no Paraná, que fica sem mandato a partir de 1º de fevereiro de 2027.

O que está em jogo
Itaipu tem cerca de 20 cargos de alto escalão reservados ao lado brasileiro, além de funções intermediárias e menores. Parte desses postos é usada pelo governo federal para manter apoio político, e os cargos costumam ser disputados por partidos da base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Paraná.
Com o resultado da eleição, ocupantes do primeiro escalão da usina indicados pelo grupo de Gleisi passaram a ter o futuro nos cargos em dúvida.
Até a publicação, não houve anúncio oficial de mudança na direção de Itaipu. O espaço está aberto para Gleisi Hoffmann, Enio Verri e a direção da usina se manifestarem.
Imagens: reprodução
Publicado às 17h45 de 02/11/2026




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