Em Rio Bonito do Iguaçu e Chopinzinho a queixa é a mesma: mesmo defeito simples leva dias para ser resolvido
Quem mora no interior de Chopinzinho e de Rio Bonito do Iguaçu já aprendeu que, quando a luz cai, não dá para saber quando ela volta. Nesta sexta-feira (23), moradores das duas cidades procuraram a imprensa para contar que esperaram até 10 dias para a Copel religar a energia.
Pelos relatos, muitos desses defeitos eram simples, coisa de poucas horas de trabalho para uma equipe que chegasse ao local.
Chopinzinho e Rio Bonito do Iguaçu não são casos isolados. Moradores de outros municípios do Sudoeste reclamam da mesma demora.
A Copel foi procurada para relatar qual é o prazo de atendimento no interior e quantos chamados estão em aberto nos dois municípios. Até a publicação deste texto, a empresa não havia respondido.
Se você também ficou dias sem luz, conte nos comentários em qual localidade mora e quanto tempo esperou.
Atendimentos da campanha nas Unidades Básicas de Saúde continuam normalmente
A Prefeitura de Pato Branco cancelou a ação do Dia D do Outubro Rosa que ocorreria neste sábado (24), das 8h às 14h, na Praça Presidente Vargas. O motivo é a previsão de chuva, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.
Os atendimentos da campanha nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) não mudam.
A prefeitura não informou se a ação na praça terá nova data.
O Outubro Rosa é a campanha de conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama.
A ideia defendida pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de substituir a gestão atual por um padrão semelhante ao adotado pelo Hospital Israelita Albert Einstein na rede pública de saúde foi recebida com forte ceticismo por profissionais da área.
Especialistas em saúde pública apontam falhas na proposta De acordo com analistas ouvidos recentemente, a proposta é considerada fantasiosa e tem como principal efeito colateral inflamar a população contra o sistema público.
O impacto na percepção dos usuários A promessa de equiparar o atendimento geral ao de uma instituição privada de excelência gera falsas expectativas e desconsidera as complexidades orçamentárias e estruturais da saúde pública no Brasil.
Riscos de privatização dos serviços Além da inviabilidade técnica apontada por analistas, o projeto sinaliza uma tendência de privatizações na gestão dos hospitais públicos, afastando-se dos princípios constitucionais de universalidade e gratuidade.
O debate sobre o futuro da assistência médica A discussão em torno de mudanças radicais na administração federal da saúde continua gerando controvérsias entre parlamentares e estudiosos do setor, dividindo opiniões sobre os rumos da assistência à saúde.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) assumiu o compromisso de intensificar o emprego de recursos hídricos na irrigação de plantações, com foco especial na fronteira agrícola conhecida como Matopiba.
O desafio ambiental na fronteira agrícola
Formada pela união de territórios nos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a zona produtiva enfrenta um cenário crítico de escassez hídrica. Especialistas e moradores localizados no polo agropecuário já registram quedas expressivas no volume dos cursos d’água e o desaparecimento total de nascentes na área, fenômenos que vêm sendo associados diretamente à exploração intensiva da agricultura irrigada.
Impactos no ecossistema do cerrado
A expansão das lavouras apoiada por sistemas de irrigação artificial coloca em rota de colisão a produtividade do agronegócio e a sustentabilidade ambiental do bioma cerrado. Enquanto defensores da proposta apontam ganhos econômicos e de produtividade, ambientalistas alertam para o risco iminente de esgotamento dos recursos hídricos subterrâneos e superficiais que abastecem a região nordestina e o norte mineiro.
A promessa de campanha recoloca no centro do debate político nacional o delicado equilíbrio entre o desenvolvimento da produção de grãos em larga escala e a preservação fundamental dos recursos naturais essenciais para a sobrevivência das comunidades locais e dos ecossistemas da região.
A administração estadual de São Paulo está exigindo do governo federal o repasse de R$ 70 milhões como compensação financeira pelas despesas relacionadas à remoção de moradores da tradicional Favela do Moinho, situada na área central da capital paulista.
H2 Imbróglio financeiro na região central Divisão de responsabilidades entre Estado e União no projeto habitacional tem gerado discussões orçamentárias nos bastidores políticos locais e federais.
H3 O destino das famílias removidas O processo envolveu o cadastramento, a desocupação da área de risco e o encaminhamento dos antigos habitantes para novas moradias definitivas.
O montante cobrado pelo Palácio dos Bandeirantes busca ressarcir os cofres estaduais pelos investimentos aplicados diretamente nessa operação de desmobilização comunitária.
H2 Próximos passos da negociação As tratativas entre as esferas estadual e federal continuam em andamento para definir a quitação ou o parcelamento da quantia bilionária reclamada.
A resolução deste impasse financeiro é vista como prioridade para evitar novos atritos administrativos entre o governo paulista e a gestão do presidente Lula.
A falta de dor, de caroços perceptíveis ou de alterações visíveis nas mamas frequentemente gera uma falsa sensação de segurança entre muitas mulheres. No entanto, a ausência de sinais aparentes não elimina a necessidade de avaliações médicas e exames de imagem preventivos.
Entendendo a doença e a importância da detecção precoce O câncer de mama se destaca como o tumor mais incidente na população feminina brasileira, ficando atrás apenas dos casos de pele não melanoma. Quando o diagnóstico ocorre nas fases iniciais, as taxas de sucesso no tratamento aumentam consideravelmente.
“O principal sintoma do câncer de mama é o nódulo palpável. Mas é importante lembrar que, nas fases iniciais, o câncer de mama não apresenta sintomas, tornando os exames de rotina essenciais para a detecção precoce”
Dessa forma, compreender o papel de cada procedimento e o momento certo para realizá-los é indispensável para a preservação da saúde feminina.
Idade ideal para iniciar a mamografia e tipos de exames O momento adequado para dar início aos exames periódicos varia de acordo com diretrizes de saúde, histórico médico e o perfil de risco de cada paciente.
Entidades médicas de destaque no país recomendam que o rastreamento anual por mamografia comece aos 40 anos para mulheres com risco habitual, mesmo na ausência de sintomas. Por outro lado, quem possui histórico familiar relevante ou outros fatores de risco pode demandar um plano de acompanhamento personalizado.
Vale ressaltar a diferença entre rastreamento e investigação diagnóstica. Enquanto o primeiro atende mulheres assintomáticas, o segundo esclarece suspeitas, como a presença de nódulos, desconsiderando a idade ou a data do último exame.
Mamografia, ultrassom e ressonância magnética Os métodos de imagem possuem finalidades distintas e sua indicação varia conforme a idade, os sintomas e o histórico clínico:
Mamografia: Emprega raios X para gerar imagens capazes de revelar alterações antes mesmo do toque. * Tomossíntese: Tecnologia avançada que capta imagens em múltiplos ângulos, detalhando os tecidos e superando limitações de sobreposição. * Ultrassonografia das mamas: Utiliza ondas sonoras e serve como complemento, sendo valiosa em mamas densas e para diferenciar cistos líquidos de nódulos sólidos. * Ressonância magnética: Fornece imagens aprofundadas, recomendada para casos específicos ou pacientes de alto risco.
O mito do autoexame e os sinais de alerta Muitas mulheres cultivam a ideia equivocada de que o exame físico feito em casa substitui os métodos clínicos avançados.
“Há um mito de que o autoexame substituiria a mamografia. Isso não é verdade. O autoexame é importante, mas a mamografia é essencial para a detecção precoce”
Apesar de o autoexame ajudar a reconhecer o próprio corpo, ele não substitui a mamografia. Além disso, certos sinais exigem avaliação médica imediata, sem aguardar o próximo rastreamento de rotina:
Nódulos na mama ou na região axilar; * Saída espontânea de secreção pelo mamilo, especialmente em apenas uma mama; * Inversão recente do mamilo; * Alterações cutâneas como vermelhidão, feridas ou descamação; * Modificações no formato ou inchaço mamário; * Dor persistente na mama ou no mamilo associada a outros sintomas.
Hábitos saudáveis e o cuidado contínuo Embora nem todos os casos possam ser prevenidos, adotar um estilo de vida equilibrado contribui para diminuir os riscos. Praticar atividades físicas, manter uma boa alimentação e evitar o consumo de álcool são medidas recomendadas.
O autocuidado deve ir muito além de campanhas anuais, integrando-se à rotina por meio de consultas regulares, atenção aos sinais do organismo e exames orientados por profissionais qualificados.
O Ministério Público do Paraná apresentou uma denúncia formal contra o presidente do Legislativo municipal de Guarapuava, Pedro Moraes (MDB), e o vereador Danilo Dominico (PP), sob a acusação de participação em um esquema de corrupção. Além dos parlamentares, a acusação atinge um funcionário público e um empresário do ramo farmacêutico da região, cujas identidades foram preservadas pelas autoridades.
Detalhes da investigação e irregularidades na obra
O caso gira em torno da tentativa de legalizar o estabelecimento comercial que teve suas obras iniciadas no ano de 2019 sem a devida aprovação do projeto arquitetônico ou a emissão das licenças construtivas necessárias.
Conforme apurado pelos investigadores, a Secretaria Municipal de Habitação e Urbanismo havia embargado a construção entre 2022 e 2023 devido a falhas consideradas insanáveis, chegando a planejar um embargo judicial. Diante do impasse, os responsáveis pela farmácia buscaram apoio político no final de agosto de 2023 para destravar o processo junto à prefeitura.
Repasses financeiros e crimes apontados
O procedimento investigativo revelou que foram feitos repasses fracionados, com uma parcela inicial paga logo após o contato com o chefe do Legislativo e a segunda quitada ao término do trâmite de regularização. No total, os depósitos ilícitos alcançaram a quantia de R$ 99.650, distribuídos entre as contas bancárias do próprio presidente da câmara, do então titular da pasta de Habitação e Urbanismo e de um colaborador do setor tributário.
A peça acusatória aponta uma série de delitos cometidos pelo grupo, incluindo associação criminosa, advocacia administrativa, prevaricação, corrupção ativa e passiva, crimes funcionais contra a ordem tributária e lavagem de ativos.
Ações dos suspeitos para burlar o sistema
Para contornar os entraves burocráticos, o presidente da câmara atuou diretamente junto ao então secretário municipal de Habitação para viabilizar a liberação. Mesmo sem possuir formação técnica em Engenharia Civil ou Arquitetura, o secretário assinou pessoalmente o alvará de funcionamento, o termo de conclusão e a aprovação do projeto, ignorando a recusa de outros profissionais da área.
Ademais, a apuração demonstrou que um diretor de arrecadação substituiu um laudo técnico emitido por uma avaliadora imobiliária. Essa manobra reduziu o imposto devido pela construtora por meio de uma concessão onerosa, gerando nova vantagem financeira aos empresários envolvidos.
Posicionamento dos citados
Em nota, a Câmara de Vereadores de Guarapuava disse que acompanha o caso. Leia a íntegra da nota:
“A Câmara de Guarapuava acompanha os desdobramentos do caso e respeita o trabalho das instituições. A Casa acredita no devido processo legal, com ampla defesa e contraditório assegurados a todos os envolvidos, e permanece à disposição das autoridades competentes para colaborar no que for necessário.”
Pedro Moraes, vereador e presidente da Câmara de Vereadores, negou o crime. Leia a íntegra do posicionamento: “Sou inocente e estou tranquilo para demonstrar isso à Justiça. Não pratiquei os crimes que me são atribuídos e minha defesa apresentará os esclarecimentos no processo. Respeito as instituições e sigo de cabeça erguida, com a consciência tranquila e trabalhando por Guarapuava.”
O advogado criminalista Marinaldo Rattes, responsável pela defesa do vereador Danilo Dominico, disse que, apesar de o Ministério Público ter oferecido denúncia, ela ainda não foi recebida pelo Poder Judiciário. “A defesa entende que não há elementos probatórios suficientes que justifiquem a imputação de qualquer crime ao vereador, especialmente diante da ausência de provas de que tenha recebido valores ou obtido qualquer proveito econômico relacionado à empresa mencionada nos autos. Nesse contexto, a defesa considera prematura a acusação, ressaltando que o oferecimento da denúncia não representa reconhecimento de culpa e que o caso ainda depende da apreciação judicial quanto ao seu recebimento. A defesa confia no esclarecimento dos fatos e reafirma seu compromisso com a demonstração da inocência do vereador, no curso do devido processo legal.”
O processo segue agora para a análise da Justiça, que decidirá se acolhe ou rejeita a denúncia apresentada pelo Ministério Público contra os envolvidos.
A Secretaria de Estado da Educação do Paraná emitiu uma resolução que proíbe formalmente a instalação e o uso de equipamentos de captação de imagens em banheiros, sanitários e vestiários das escolas públicas estaduais. A determinação foi assinada pelo secretário Roni Miranda poucas horas depois que um grupo de alunas registrou um boletim de ocorrência na delegacia de Polícia Civil de Cambé, no norte paranaense.
Apreensão de equipamentos e investigações A Polícia Civil realizou uma vistoria no Colégio Cívico-Militar Érico Veríssimo e apreendeu o primeiro dispositivo localizado no banheiro feminino. No dia seguinte, um segundo aparelho que estava instalado no sanitário masculino também foi recolhido pelos agentes. As estudantes relataram que o equipamento estaria no local há aproximadamente três anos, enquanto a direção alegava anteriormente que se tratava de um sensor de fumaça.
Diante da repercussão do caso, a direção da instituição de ensino foi afastada preventivamente. Em seguida, dois policiais militares da reserva que atuavam no colégio também tiveram suas funções suspensas como medida cautelar adotada pela Secretaria. Tanto a Polícia Civil quanto o Ministério Público do Paraná abriram inquéritos e investigam as circunstâncias do ocorrido.
Repercussão e depoimentos Alunos relataram que os responsáveis não assinaram nenhum termo autorizando a gravação nos banheiros.
“Eu me senti invadida, porque é o meu corpo que estavam vendo. Eu mesma já troquei de roupa diversas vezes no banheiro. Para a gente, é assustador porque eram homens que viam as câmeras, estavam na sala dos militares”, disse Alessa Gabriele.
Por sua vez, a administração do colégio alegava que as lentes estavam direcionadas apenas para as portas de entrada, com o objetivo de acompanhar o fluxo e garantir a segurança, sem devassar as cabines. A instituição também argumentou que o estudante que fotografou o painel de monitoramento acessou a sala de vigilância sem autorização.
Posicionamento oficial Questionado sobre a ausência de uma regra específica anterior, o secretário Roni Miranda argumentou que a medida é autoaplicável, mas precisou ser formalizada.
“É uma questão óbvia de não colocar câmera dentro do banheiro. Já temos leis federais sobre isso. Mas, para deixar isso bem claro a todos os diretores, também publiquei uma resolução. A partir disso, está proibida em qualquer ambiente escolar, seja em banheiros ou vestiários, a colocação de câmeras”, afirmou o secretário.
A resolução entrou em vigor imediatamente no dia da assinatura. O texto prevê penalidades severas em caso de descumprimento, incluindo a apuração de responsabilidade administrativa da equipe diretiva, além de eventuais desdobramentos nas esferas civil e penal.
Simepar prevê até 200 mm de chuva em cidades do Oeste, Sudoeste, Centro-Sul e Campos Gerais entre quinta e domingo
O Paraná tem risco de tempestades até domingo (25), dia do segundo turno das eleições. Segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), algumas cidades podem acumular até 200 mm de chuva entre quinta-feira (22) e domingo.
Os maiores volumes são esperados no Oeste, no Sudoeste, no Centro-Sul e em parte dos Campos Gerais.
A chuva voltou ao estado na quarta-feira (21), depois de quatro dias mais secos e com madrugadas frias. A massa de ar frio perdeu força. Ao mesmo tempo, um sistema de baixa pressão entre o Paraguai e o norte da Argentina se intensificou e passou a puxar ar quente e úmido da Amazônia para o Paraná.
Previsão dia a dia
O risco de tempestade diminuiu na quinta-feira e volta a partir da manhã desta sexta-feira (23). Até o fim do dia, devem cair entre 50 mm e 100 mm de chuva em cidades de toda a metade sul do estado. A bacia do Rio Iguaçu deve ser a área mais atingida, porque também recebe a água da chuva forte prevista para Santa Catarina.
No sábado (24), uma frente fria passa pelo oceano e aumenta o risco de tempestades em todo o Paraná. A chuva mais forte fica na metade sul no sábado e avança para a metade norte ao longo do domingo.
As mínimas devem mudar pouco até o começo da próxima semana. Nesta sexta-feira, as máximas não passam de 20°C em quase todo o estado. A exceção é o Oeste, onde algumas cidades podem chegar a 24°C. No sábado, o Noroeste esquenta um pouco e pode chegar a 26°C. No domingo, a temperatura volta a cair, e a máxima não deve passar de 22°C em nenhuma região.
Alerta para quatro regiões
O Boletim de Gestão de Riscos, feito pelo Simepar com a Defesa Civil do Paraná, aponta risco de chuva forte em pouco tempo, rajadas de vento, raios e granizo entre sexta-feira e a madrugada de domingo no Sudoeste, Oeste, Noroeste e Norte. Nas demais regiões, o risco é moderado.
A Defesa Civil Estadual reforçou as orientações de preparação enviadas aos municípios. As equipes trabalham em plantão para monitorar o tempo e mandar alertas se a situação piorar.
“Os modelos apontam para acumulados de até 200 mm em 24 horas em áreas do Oeste, Sudoeste, Centro-Sul e nos Campos Gerais. Se essa projeção se confirmar podemos ter situações de alagamento ou inundação”, disse o coronel Ivan Fernandes, coordenador-executivo da Defesa Civil Estadual.
“É essencial que as prefeituras saibam quais as áreas de risco no seu município para agir preventivamente.”
Monitoramento na eleição
Como no primeiro turno, o Simepar trabalha com o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) num plano de monitoramento do tempo. Desde segunda-feira (19), os meteorologistas mandam boletins diários para a equipe de logística do tribunal.
Um programa criado pelo Simepar só para essa parceria envia alertas amarelos ou vermelhos ao TRE-PR quando a chuva se aproxima dos cartórios eleitorais. No sábado e no domingo, um meteorologista vai ficar no TRE-PR para passar informações em tempo real, com apoio da equipe que monitora o tempo 24 horas na sede do Simepar. Com a previsão antecipada, o tribunal pode mudar a logística se for preciso.
Como receber alertas
O cadastro para receber os alertas da Defesa Civil é gratuito. Por SMS, basta mandar o CEP para o número 40199. Pelo WhatsApp, é preciso salvar o número (61) 2034-2611 e mandar uma mensagem. O cadastro pode ser feito pelo CEP, pelo nome do município ou pela localização.
Parlamentares da Assembleia Legislativa do Paraná estão avaliando uma Proposta de Emenda à Constituição para transformar em obrigatório o repasse de verbas estaduais destinadas às prioridades indicadas pelo grupo.
O funcionamento das emendas impositivas Essa modalidade de repasse garante que os recursos indicados por cada político tenham execução obrigatória por parte do Poder Executivo, diferentemente do modelo atual, onde o governo decide se libera ou não os valores para áreas como saúde, educação e infraestrutura urbana.
Detalhes dos valores e regras da PEC O texto em tramitação estipula que 1,55% da receita líquida do estado seja direcionado para essa finalidade, montante que ultrapassará a marca de R$ 1 bilhão em 2026, resultando em aproximadamente R$ 20 milhões para cada um dos 54 deputados.
Obrigatoriedades na saúde Do montante total disponibilizado, metade precisa ser aplicada obrigatoriamente em iniciativas de saúde pública, sendo terminantemente vetada a utilização desses recursos para quitar despesas com pessoal ou encargos sociais.
O papel do governo e justificativas técnicas Embora os deputados definam onde o dinheiro será aplicado, a administração continua a cargo do governo estadual, que só pode recusar o repasse mediante justificativa técnica fundamentada, como ausência de licenciamento ambiental ou de projeto de engenharia.
Resistência política à proposta Apesar de contar com dezenas de assinaturas e pedidos de tramitação em regime de urgência, a PEC enfrenta oposição de figuras importantes, como o atual presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi, e o governador eleito, Sergio Moro, que defende que o debate seja feito apenas pela nova legislatura que assume em 2027.