Home Blog Page 33

Eleições 2026: números dos candidatos ao Senado no RN

0

Um total de 13 postulantes está na corrida eleitoral por duas vagas destinadas ao Senado representando o Rio Grande do Norte no pleito marcado para 2026.

Como funciona a votação para o Senado

No dia 4 de outubro, os votantes precisarão digitar o número dos candidatos, composto por três dígitos, nas urnas eletrônicas para definir quem ocupará os cargos no Congresso Nacional.

Regras para a escolha dos nomes

O regulamento eleitoral exige que o cidadão selecione dois nomes diferentes. Caso o eleitor vote duas vezes na mesma pessoa, o segundo voto é anulado.

A preparação para o pleito exige atenção dos eleitores potiguares quanto à ordem de votação e à correta digitação das sequências numéricas na urna.

Com a proximidade do mês de outubro, a Justiça Eleitoral reforça a importância de conferir todas as informações antes de confirmar o voto para garantir que a escolha seja computada corretamente.

Eleições 2026: Conheça os candidatos ao governo da Paraíba

0

A disputa pelo comando do Palácio da Redenção nas eleições de 2026 conta com a participação de cinco candidatos ao governo da Paraíba. O pleito definirá o nome que ficará à frente do Poder Executivo estadual ao longo do próximo mandato de quatro anos.

Como funciona a votação para o governo estadual

No próximo domingo (4), os eleitores paraibanos precisarão digitar o número do candidato na urna eletrônica. A identificação para o cargo de governador é formada por dois dígitos.

O processo eleitoral na Paraíba

A definição do chefe do Executivo estadual é um dos momentos mais importantes do pleito deste ano. A população do estado se mobiliza para escolher entre as opções apresentadas para a administração pública nos próximos anos.

Com a proximidade do dia de votação, a Justiça Eleitoral reforça a importância de que cada cidadão compareça aos locais de votação portando documento oficial com foto e saiba previamente a numeração do seu escolhido para agilizar o processo na seção eleitoral.

Pesquisas 2026: Datafolha e Quaest medem governos estaduais

0

Os principais institutos de opinião pública do país, Datafolha e Quaest, iniciam a divulgação dos levantamentos de intenção de voto voltados para as eleições estaduais de 2026. A corrida pelos governos regionais ganha tração com esses primeiros retratos do eleitorado brasileiro.

Calendário oficial do pleito

O Tribunal Superior Eleitoral já estabeleceu as datas para o processo democrático deste ano. O primeiro turno das eleições gerais está marcado para acontecer no dia 4 de outubro. Caso haja necessidade de disputa em segundo turno em algum estado, a votação suplementar ocorrerá em 25 de outubro.

Expectativa para os próximos meses

Com a proximidade do período oficial de campanha e o avanço das articulações partidárias, novos levantamentos estatísticos devem detalhar o comportamento do eleitorado em todo o território nacional. Os dados servirão para orientar as estratégias das principais forças políticas na busca pelo comando dos governos estaduais.

Candidatos a deputado estadual PR 2026: veja a lista

0

As eleições de 2026 no Brasil têm o primeiro turno marcado para o dia 4 de outubro, data em que os eleitores definirão os representantes para diversos cargos políticos, incluindo os deputados estaduais.

Como consultar os candidatos no Paraná

Os cidadãos podem verificar todas as candidaturas registradas no estado por meio de ferramentas de busca detalhadas que permitem filtrar os nomes por número, partido, gênero, raça, profissão, escolaridade e declaração de bens. A plataforma disponibiliza listas divididas alfabeticamente, abrangendo desde nomes iniciais até a última letra do alfabeto.

Panorama do eleitorado brasileiro

De acordo com estatísticas oficiais do Tribunal Superior Eleitoral, o país conta atualmente com 158,7 milhões de pessoas aptas a exercer o voto. Na disputa deste ano, os eleitores escolherão presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual, sendo que os mandatos duram quatro anos, com exceção do cargo de senador, que tem duração de oito anos.

Situação das candidaturas no TSE

Nos registros da Justiça Eleitoral, os postulantes são divididos em duas categorias principais. No grupo dos aptos a concorrer estão aqueles com situação deferida, deferida com recurso, com pendência de julgamento ou em casos de recursos contra indeferimentos e cassações.

Por outro lado, a categoria de inaptos engloba os registros cancelados, indeferidos, cassados, além de casos de falecimento, renúncia ou pedidos não conhecidos.

O órgão responsável esclarece que eventuais duplicações de nomes nas listagens serão preservadas, mas apenas uma das opções figurará como apta para a disputa até o dia do pleito.

Candidatos ao Senado no Paraná em 2026: nomes e partidos

0

O primeiro turno das eleições brasileiras de 2026 está marcado para o dia 4 de outubro, data em que os eleitores definirão, entre outros cargos, os novos ocupantes das cadeiras do Senado Federal.

Panorama geral do pleito nacional

O Tribunal Superior Eleitoral aponta que o país conta com 158,7 milhões de eleitores aptos a votar neste ano. Além de senadores, a população escolherá presidente, governador, deputado federal e deputado estadual ou distrital. Vale destacar que, enquanto a maioria dos cargos tem mandato de quatro anos, os senadores exercem funções por um período de oito anos.

Situação das candidaturas registradas

Com base nas informações oficiais repassadas ao TSE, os postulantes são divididos em duas categorias principais: concorrendo e inapto.

No primeiro grupo, entram os status deferido, deferido com recurso, cassado com recurso, indeferido com recurso, pedido não conhecido com recurso, além de aguardando ou pendente de julgamento.

Por sua vez, a situação de inapto engloba os registros cancelados, cassados, indeferidos, falecimentos, renúncias e pedidos cujo conhecimento não foi aceito.

Duplicidade de registros no sistema

O TSE esclarece que, em determinadas listagens, um mesmo nome pode aparecer mais de uma vez. A instituição manterá essas duplicações, mas indicará apenas uma alternativa como apta (“concorrendo”) até a realização do pleito.

Para conferir todos os detalhes sobre os candidatos paranaenses ao Senado — filtrando por nome, número, partido, gênero, cor, ocupação, grau de instrução e patrimônio —, basta acessar a ferramenta de busca disponibilizada com os dados oficiais da Justiça Eleitoral.

Morre aos 72 anos o maestro Roberto Tibiriçá em São Paulo

0

O cenário da música clássica brasileira perdeu um de seus maiores expoentes com o falecimento do maestro Roberto Tibiriçá, aos 72 anos. Ele estava hospitalizado na capital paulista e travava uma batalha contra um câncer por aproximadamente dois anos, período em que seguiu exercendo suas funções musicais.

Carreira e legado na regência brasileira

Com uma trajetória que ultrapassou quatro décadas, o artista comandou importantes corporações musicais tanto em território nacional quanto no exterior. Natural de São Paulo, Roberto Tibiriçá aprimorou seus conhecimentos ao lado de grandes nomes do meio, como Nelson Freire e Gilberto Tinetti, construindo uma reputação baseada na excelência artística e na acessibilidade da música de concerto.

Sua relevância para a cultura do país rendeu honrarias expressivas, incluindo a ocupação da Cadeira nº 5 da Academia Brasileira de Música, além de sua posição como membro honorário da Academia Nacional de Música. Em 1994, o regente já havia assumido a direção artística da Orquestra Sinfônica Brasileira.

Atuação à frente da Orquestra Sinfônica do Paraná

Desde 2022, o maestro ocupava o cargo de regente titular e diretor musical da Orquestra Sinfônica do Paraná. Sob sua batuta, a instituição celebrou marcos importantes, como o aniversário de 40 anos da OSP, ocasião em que regeu mais de 200 músicos e coralistas no palco do Guairão.

Mesmo diante do desgaste físico provocado pelo tratamento oncológico, o músico manteve sua dedicação à arte. Sua última aparição oficial no Teatro Guaíra aconteceu em julho deste ano, durante uma homenagem a uma das fundadoras da orquestra paranaense.

Diante da perda, gestores culturais manifestaram pesar por meio de pronunciamentos oficiais.

“Neste momento de dor, o Centro Cultural Teatro Guaíra e a Orquestra Sinfônica do Paraná se solidarizam com familiares, amigos, músicos, artistas e todos aqueles que tiveram suas vidas atravessadas pela música de Roberto Tibiriçá. Roberto Tibiriçá deixa o silêncio depois da música, mas também deixa uma obra que continuará a ser ouvida”, diz a nota.

O corpo do maestro será velado no estado de São Paulo, onde familiares, amigos e admiradores poderão prestar suas últimas homenagens.

Pesquisa Quaest Paraná: Sergio Moro lidera com 43% dos válidos

0

A última pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3), véspera do 1º turno, mostra como está a disputa pelo governo do Paraná. Sergio Moro (PL) aparece à frente, com 43% dos votos válidos.

Detalhamento dos votos válidos

No cenário que exclui os votos em branco, nulos e as abstenções — mesma metodologia utilizada pelo TSE na divulgação do resultado oficial das eleições —, os principais concorrentes aparecem com os seguintes percentuais: Sergio Moro (PL) com 43%, Sandro Alex (PSD) com 29%, Requião Filho (PDT) com 27%, Luiz França (Missão) com 1%, além de Adriano Funileiro (PCO), Alexandre Salomão (Mobiliza), Samuel de Mattos (PSTU) e Tayná Miessa (Unidade Popular) com 0% cada. Para vencer no 1º turno, um candidato precisa alcançar 50% dos votos válidos mais um voto. O instituto utiliza o modelo likely voter, ponderando intenções de voto e o perfil de comparecimento.

Cenário de votos totais e pesquisa espontânea

Considerando os votos totais, que englobam brancos, nulos e indecisos, Sergio Moro (PL) registra 36% (eram 36% em 24 de setembro), Sandro Alex (PSD) pontua com 25% (eram 20%), Requião Filho (PDT) tem 23% (eram 20%), Tayná Miessa (Unidade Popular) com 1%, Alexandre Salomão (Mobiliza) com 1%, Luiz França (Missão) com 1%, Samuel de Mattos (PSTU) com 0% e Adriano Funileiro (PCO) com 0%. Os eleitores indecisos somam 9%, enquanto brancos, nulos e abstenções chegam a 4%.

Na pesquisa espontânea, onde os entrevistados respondem sem acesso a uma lista de candidatos, Sergio Moro (PL) pontua 26%, Sandro Alex (PSD) tem 16%, Requião Filho (PDT) alcança 13%, Luiz França (Missão) e Tayná Miessa (Unidade Popular) registram 1% cada, enquanto Alexandre Salomão, Samuel de Mattos e Adriano Funileiro aparecem com 0%. Outros somam 2%, os indecisos representam 40% e brancos, nulos ou abstenções totalizam 1%. A legislação mantém Adriano Funileiro na disputa enquanto não houver decisão definitiva da Justiça Eleitoral.

Decisão e simulações de segundo turno

O levantamento aponta que 76% dos eleitores com candidato definido consideram a escolha irreversível, ao passo que 24% admitem a possibilidade de mudar de ideia. Sobre o interesse pelo pleito, 43% dizem estar muito interessados, 39% pouco interessados e 17% nada interessados (com 1% sem resposta).

Nos cenários de segundo turno simulados pelo instituto, Sergio Moro alcança 49% contra 34% de Requião Filho. Em uma disputa entre Sergio Moro e Sandro Alex, o ex-juiz marca 42% frente a 37% do adversário. Já no confronto direto entre Sandro Alex e Requião Filho, o representante do PSD lidera com 44% contra 32% do candidato do PDT.

A coleta de dados foi realizada entre os dias 2 e 3 de outubro, ouvindo 2.004 eleitores com 16 anos ou mais. A margem de erro estimada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%, sob o registro estadual PR-05119/2026.

Pesquisa Quaest Senado PR: Filipe Barros lidera votos válidos

0

A última pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3), véspera do 1º turno, traz o cenário atualizado da corrida eleitoral para o Senado Federal no Paraná. Como cada eleitor precisará preencher duas vagas neste domingo (4), o levantamento detalha o desempenho dos candidatos tanto em votos válidos quanto em intenções totais.

Cenário dos votos válidos na pesquisa estimulada

No cálculo que descarta abstenções, brancos, nulos e indecisos, o candidato Filipe Barros (PL) aparece na primeira colocação com 25% da preferência do eleitorado paranaense. A disputa pela segunda posição e pelos demais postos apresenta um empate técnico na ponta entre Alexandre Curi (Republicanos) e Deltan Dallagnol (Novo), ambos marcando 21%.

A lista de votos válidos segue com Gleisi (PT) registrando 15%, seguida por Dr. Rosinha (PT) com 10%, e Cristina Graeml (PSD) com 7%. Completam a relação Karen Guerreiro (Missão) com 1%, além de Joaquim do MLB (Unidade Popular) e Marcelo Marcelino (PCO), ambos com 0%.

Intenções de voto totais e margem de indecisos

Considerando o cenário com brancos, nulos e eleitores ainda sem definição, os números agregados para as duas vagas mostram Filipe Barros (PL) com 17%, seguido por Deltan Dallagnol (Novo) e Alexandre Curi (Republicanos), empatados com 15% cada. Gleisi (PT) pontua 11%, Dr. Rosinha (PT) aparece com 7%, e Cristina Graeml (PSD) tem 5%. Os demais concorrentes somam patamares inferiores, enquanto os indecisos representam 18% e brancos, nulos ou abstenções chegam a 10%.

No recorte específico para a primeira vaga, Deltan Dallagnol (NOVO) lidera com 20%, seguido por Alexandre Curi (Republicanos) com 18%, Filipe Barros (PL) com 16% e Gleisi (PT) com 16%. Já para a segunda vaga, a liderança recai sobre Filipe Barros (PL) com 18%, com Alexandre Curi (Republicanos) registrando 11%, e Deltan Dallagnol (NOVO) e Dr. Rosinha (PT) empatados com 10%.

Metodologia e grau de consolidação do eleitorado

O levantamento também mediu a firmeza da escolha dos votantes. Atualmente, 69% dos entrevistados afirmam que a decisão é definitiva, enquanto 30% admitem a possibilidade de mudar de ideia até o momento da votação, e 1% não soube responder. Na pesquisa espontânea — quando nenhuma lista de nomes é apresentada aos participantes —, o índice de indecisos atinge 60%.

A coleta de dados foi realizada entre os dias 2 e 3 de outubro, ouvindo 2.005 eleitores com 16 anos ou mais. A margem de erro estimada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O registro oficial perante a Justiça Eleitoral está protocolado sob o número PR-05119/2026.

TSE cassa candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado pelo PR

0

O ministro Floriano de Azevedo Marques, integrante do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), barrou neste sábado (3) a candidatura de Deltan Dallagnol (NOVO) à vaga de senador pelo estado do Paraná.

Impacto nas urnas e andamento processual

A determinação foi tomada de forma monocrática, revertendo o aval concedido anteriormente pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR). Com a resolução, a votação direcionada à chapa será considerada nula e não haverá nova convocação nas urnas. Como os equipamentos de votação já se encontravam lacrados, o nome do político permanecerá visível aos eleitores, embora sem validade jurídica para o pleito. O tema ainda deverá ser apreciado pelo plenário da Corte eleitoral.

Origem do recurso e posição do Ministério Público

O recurso acatado pelo magistrado partiu da Federação Brasil da Esperança — composta por PT, PCdoB e PSOL — em conjunto com o partido Unidade Popular. O questionamento chegou à mais alta instância da Justiça Eleitoral após o tribunal paranaense validar a participação do postulante na disputa prevista para 2026.

No dia anterior, a Procuradoria-Geral Eleitoral, representação do Ministério Público Eleitoral (MPE), havia emitido parecer favorável à manutenção da candidatura, argumentando que a inelegibilidade aplicada ao político nas eleições de 2022 não gerava efeitos automáticos para o pleito atual.

Contexto das pesquisas e suspensão prévia

A movimentação ocorre em meio à divulgação de levantamento do instituto Quaest no mesmo sábado, véspera do primeiro turno. A pesquisa apontava o candidato do Novo em empate técnico com Alexandre Curi (Republicanos), ambos com 21% das intenções de voto, ficando atrás apenas de Filipe Barros (PL), que registrava 25%.

Desde o dia 19 de setembro, a campanha já estava paralisada por força de uma liminar emitida pelo próprio ministro Floriano de Azevedo Marques. A ordem proibiu comícios, inserções no rádio e na televisão, além de vetar o recebimento e uso de verbas oriundas do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral. O relator justificou que a continuidade das atividades trazia riscos de instabilidade institucional e desperdício de recursos públicos, tese referendada pelo plenário dias depois por 5 votos a 2.

Histórico da inelegibilidade

A controvérsia jurídica teve início com a cassação do mandato de deputado federal de Dallagnol, então filiado ao Podemos, decidida pelo TSE em 2023. Naquela ocasião, o relator Benedito Gonçalves concluiu que houve artifício para burlar a Lei da Ficha Limpa, visto que o então procurador pediu exoneração do Ministério Público Federal (MPF) enquanto respondia a procedimentos internos que poderiam culminar em sua demissão e consequente inelegibilidade.

A legislação prevê restrição de oito anos para membros do Judiciário ou do Ministério Público que deixam os cargos para evitar punições administrativas. O entendimento foi unânime no TSE e o processo transitou em julgado.

Mesmo diante da condenação definitiva, o político obteve registro provisório no TRE-PR por 4 votos a 3, cenário que motivou os recursos julgados neste sábado.

Posicionamento da defesa

Em nota oficial encaminhada à imprensa, a campanha criticou veementemente a determinação judicial:

“Essa é a maior violência eleitoral da história do Brasil. O que eles querem é eleger a Gleisi, mas nós não vamos deixar. O ministro Floriano Marques, escolhido por Lula e amigo do Alexandre de Moraes, indeferiu sozinho minha candidatura a 4 horas do dia da eleição, tomando uma decisão que só poderia ser tomada pelo Plenário do Tribunal Superior Eleitoral. Anteontem o mesmo ministro deu uma decisão no meu caso dizendo que ele não poderia fazer isso que ele fez por conta da livre manifestação da soberania popular na escolha do eleitor, mas agora ele faz. O que mudou para ele contradizer a si mesmo? As pesquisas me indicando como vencedor? A pressão do PT e do Moraes?”, questiona Deltan.

A equipe jurídica informou que segue mobilizada para tentar reverter o revés judicial nos tribunais.

Pato Branco vai às urnas neste domingo, 4, com 64,5 mil eleitores aptos e dez candidatos locais

Cidade tem 44 locais de votação e 213 seções; três nomes disputam a Câmara dos Deputados e sete, a Assembleia Legislativa

Pato Branco chega ao primeiro turno das eleições gerais de 2026 com 64.592 eleitores aptos a votar neste domingo (4). Para receber o público, a Justiça Eleitoral montou 44 locais de votação, divididos em 213 seções. O Premen segue como o maior colégio eleitoral do município, com 4.126 eleitores.

Dez candidatos locais concorrem a vagas no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).

Pato Branco tem três nomes na disputa por cadeiras na Câmara dos Deputados:

  • Policial Martins (Podemos, 2011): policial militar, foi candidato a vereador de Pato Branco em 2024 pelo PL.
  • Clodomir Ascari (PSB, 4030): engenheiro agrônomo, disputa uma eleição pela primeira vez.
  • Neuza Viganó (Republicanos, 1025): empresária do agronegócio e vice-prefeita da cidade, eleita em 2024 pelo PDT.

Sete candidatos com raízes ou atuação em Pato Branco concorrem à Alep:

  • Luiz Fernando Guerra (Novo, 30000): deputado estadual, busca a reeleição. Foi eleito em 2022 pelo União Brasil, com 58.393 votos em todo o estado, depois de chegar à Assembleia pela primeira vez em 2018, pelo PSL, com 32.216 votos.
  • Fabricio Kleinibing (PDT, 12135): advogado.
  • Coronel Zocchi (Progressistas, 11190): policial militar da reserva, teve 17.588 votos para a Câmara Federal em 2022, pelo PP, e agora disputa vaga na Assembleia.
  • Emerson Arvelino (Podemos, 20400): concorreu a vereador de Pato Branco em 2024, pelo PSB.
  • Ana Kerber (União Brasil, 44111): nutricionista, candidata a vereadora em 2024 pelo mesmo partido.
  • Eduardo Dalla Costa (Republicanos, 10100): vereador em exercício, eleito em 2024 pelo Republicanos e em 2020 pelo MDB.
  • Marcelly Leder (PT, 13813): advogada, disputa uma eleição pela primeira vez.