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Furto em Maringá: criminosos levam R$ 2 mi em joias

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Uma casa foi alvo de um furto de grandes proporções em Maringá, situada na região Norte do Paraná, durante o último final de semana. A ausência dos proprietários, que viajavam, facilitou a ação dos criminosos, cujo prejuízo estimado chega a R$ 2 milhões em joias guardadas em um cofre eletrônico.

Como o crime foi descoberto O caso veio à tona somente na segunda-feira (12), no momento em que a funcionária doméstica chegou ao endereço para iniciar suas atividades laborais.

Conforme relatos da Polícia Militar (PM), os criminosos invadiram o terreno após forçarem o portão de entrada e conseguiram violar o dispositivo de segurança onde os objetos de valor estavam armazenados.

Imagens de segurança e fuga Apesar de terem levado os equipamentos das câmeras de segurança, os invasores deixaram para trás os arquivos com as gravações originais. O material audiovisual revela a participação de três indivíduos com os rostos cobertos no interior da residência.

Logo após o delito, o automó empregado pela quadrilha foi achado em chamas na cidade de Sarandi, município vizinho situado a apenas sete quilômetros de Maringá.

Investigação policial em andamento A Polícia Civil do Paraná (PC-PR) classificou o episódio como furto qualificado e já conduz as apurações. Nos próximos passos, a vítima prestará depoimento para esclarecer exatamente todos os bens subtraídos, enquanto os autores continuam foragidos da Justiça.

Governo do Paraná cancela licitação de IA na segurança pública

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O governo estadual cancelou oficialmente a concorrência pública avaliada em cerca de R$ 581 milhões para expandir o programa de videomonitoramento com o uso de inteligência artificial na segurança pública, conhecido como Olho Vivo.

Motivos da paralisação e decisão oficial

A medida foi formalizada no Diário Oficial e interrompe o plano que previa a compra de aproximadamente 20 mil câmeras e a contratação de serviços para integrar os dispositivos aos órgãos de proteção social. O processo já estava paralisado desde abril por determinação do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR), que apontou problemas como indícios de sobrepreço e falhas na proteção de dados sensíveis exigida pela legislação.

Em nota oficial, a Superintendência-Geral de Governança de Serviços e Dados (SGSD) justificou que a decisão foi tomada para “garantir a implementação das adaptações necessárias ao projeto”.

Cronograma e transição governamental

De acordo com os argumentos divulgados, o atraso provocado pelo bloqueio inicial inviabilizou o cumprimento das etapas previstas e tornou impossível iniciar a implantação ainda em 2026.

Outro fator determinante foi o avanço tecnológico na área de integração de dados, somado ao término do atual mandato. Com isso, avaliou-se que a próxima gestão deve analisar a viabilidade financeira e orçamentária antes de assumir obrigações contratuais de longo prazo.

A assinatura do documento coube ao Superintendente Geral de Governança de Serviços e Dados, Leandro Victorino de Moura, que fez questão de esclarecer que a anulação não decorre de irregularidades ou falhas técnicas no processo.

“O presente ato não representa o afastamento definitivo da necessidade pública que originou o procedimento, mas o reconhecimento de que, diante das circunstâncias atualmente verificadas, não se mostra conveniente e oportuno prosseguir com a contratação neste momento, preservando-se o conhecimento técnico e documental produzido ao longo da instrução para eventual avaliação futura, pela Administração competente, quanto à continuidade, reformulação ou reestruturação do projeto”, diz a publicação.

Status atual da segurança pública

Mesmo com o fim da licitação bilionária voltada para a tecnologia de monitoramento, a iniciativa atual segue em plena atividade no estado.

Coordenado em conjunto pela Secretaria da Segurança Pública (Sesp), pela Secretaria das Cidades e pela SGSD, o sistema já conta com 972 equipamentos ativos. O balanço oficial aponta que a ferramenta colaborou na elucidação de mais de 2,2 mil ocorrências criminais, resultou em 1.600 detenções e viabilizou a recuperação de 600 automóveis.

Governo do Paraná anula licitação de quase R$ 581 milhões para expandir o Olho Vivo

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Concorrência estava suspensa desde abril por decisão do TCE-PR; estrutura atual do programa segue em operação

O governo do Paraná anulou a concorrência de quase R$ 581 milhões para expandir o Olho Vivo, programa de videomonitoramento com inteligência artificial na segurança pública. O ato foi publicado no Diário Oficial.

O processo estava parado desde abril, por ordem individual de um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR). A decisão apontou problemas no edital, entre eles falhas na governança do tratamento de dados pessoais sensíveis, exigida pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), e indícios de sobrepreço. Em maio, o plenário do tribunal confirmou a suspensão.

Segundo a Superintendência-Geral de Governança de Serviços e Dados (SGSD), a anulação busca “garantir a implementação das adaptações necessárias ao projeto”. O órgão afirma que o cronograma ficou comprometido e que a execução não poderia começar em 2026.

O governo citou ainda o avanço rápido das tecnologias de videomonitoramento e o fim da gestão atual. Para a SGSD, é prudente que a próxima administração analise contas e orçamento antes de assumir obrigações financeiras de longo prazo.

O despacho é assinado por Leandro Victorino de Moura, superintendente-geral de Governança de Serviços e Dados. O documento diz que a anulação não decorreu de ilegalidades ou falhas técnicas e que não significa o fim da necessidade pública que originou a licitação. Para o governo, apenas “não se mostra conveniente e oportuno prosseguir com a contratação neste momento”.

O material técnico e documental produzido no processo será preservado para que a administração seguinte avalie se continua, reformula ou reestrutura o projeto, diz o texto.

A concorrência previa 20 mil novas câmeras e integração tecnológica. O Olho Vivo atual não é afetado e opera com 972 equipamentos, sob coordenação da Secretaria da Segurança Pública (Sesp), da Secretaria das Cidades e da SGSD. O governo informa que o sistema ajudou a esclarecer mais de 2,2 mil ocorrências, a prender 1.600 suspeitos e a recuperar 600 automóveis.

Observações da revisão: onde o original dizia “ordem monocrática”, usei “ordem individual de um conselheiro”, mais claro para o leitor geral. Troquei “capturar” por “prender” e “elucidar” por “esclarecer”, mas “prender” é uma interpretação minha: se a fonte falar em suspeitos “capturados” sem prisão formal, vale voltar ao termo original. O despacho afirma que não houve ilegalidades, enquanto o TCE-PR apontou falhas no edital; mantive as duas versões, cada uma atribuída. Também convém confirmar com a fonte se o início da execução em 2026 é o prazo citado na publicação.

Câmara de Francisco Beltrão aprova doação definitiva da sede à ONG Mão Amiga

Imóvel na rua Alagoas, em frente ao Centro de Oncologia, havia sido cedido à entidade em 2023

A Câmara de Vereadores de Francisco Beltrão aprovou por unanimidade o projeto que autoriza o município a doar à ONG Mão Amiga o imóvel da sede, na rua Alagoas, no bairro Alvorada.

A entidade, também chamada de Grupo Beltronense de Prevenção ao Câncer, ocupava o espaço por comodato desde 2023. Com a doação, passa a ter a propriedade definitiva. O terreno tem 528 metros quadrados, com uma edificação de 236 metros quadrados, em frente ao Centro de Oncologia (Ceonc).

A localização facilita o acesso de pacientes de Beltrão e região a consultas, exames e tratamentos, e o acolhimento dos familiares que os acompanham.

A doação havia sido solicitada pelo Poder Legislativo no início do ano.

A Mão Amiga oferece acolhimento, alojamento, alimentação e outros serviços a pacientes em tratamento contra o câncer e a seus familiares, que precisam permanecer em Francisco Beltrão durante os procedimentos médicos.

Com o imóvel em nome da entidade, a ONG poderá investir na estrutura com mais segurança e ampliar a capacidade de acolhimento. Para as adequações, já conta com R$ 700 mil, viabilizados pela deputada federal Leandre Dal Ponte a pedido do vereador Policial Oberdan Saretta.

Chopinzinho e São João terão plebiscito dia 25 sobre desmembramento de área

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No dia 25 de outubro, durante o 2º turno das Eleições 2026, o eleitorado de dois municípios do Paraná participará de plebiscito sobre mudanças nos limites territoriais de localidades.

A população de Chopinzinho e São João será consultada sobre o desmembramento da área correspondente à Comunidade do Alto Mirim, hoje pertencente a Chopinzinho, e sua incorporação ao território de São João.

Como será a votação 

As consultas serão realizadas por voto direto e secreto, com o uso dos sistemas eletrônicos de votação e totalização desenvolvidos pela Justiça Eleitoral. Nas seções eleitorais em que houver votação para o 2º turno das eleições ordinárias, primeiramente, será registrado o voto para os cargos em disputa e, em seguida, a manifestação sobre o plebiscito.

Poderão participar eleitoras e eleitores regularmente inscritos nos municípios envolvidos e aptos a votar nas Eleições 2026. O voto será obrigatório para pessoas maiores de 18 anos e facultativo para pessoas analfabetas, maiores de 70 anos e jovens de 16 e 17 anos.

Na urna eletrônica, as opções de resposta serão “Sim” e “Não”, identificadas pelos números 1 e 2, respectivamente. As propostas serão aprovadas ou rejeitadas por maioria simples dos votos válidos. Votos em branco e nulos não serão considerados no cálculo do resultado.

A organização dos plebiscitos ficará a cargo das zonas eleitorais, que atuarão nas etapas de preparação, votação, apuração e fiscalização. Após a votação, a Comissão Apuradora das Eleições Gerais de 2026 consolidará os resultados das consultas. O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) deverá proclamar os resultados finais e encaminhá-los ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para homologação. (Do TSE).

Plano de Flávio visa fim da censura e pede bloqueio de perfis

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O plano de governo de Flávio Bolsonaro (PL) traz a promessa de um “tesouraço na censura”, embora essa diretriz gere forte contraste com as próprias movimentações de sua campanha eleitoral no ambiente digital.

Contradições na campanha eleitoral

Enquanto o documento oficial defende o fim de restrições à liberdade de expressão, a estratégia jurídica da candidatura tem resultado na remoção de conteúdos publicados por opositores nas redes sociais.

Ações contra perfis ligados a Lula

Na prática recente da disputa, a equipe do candidato tem acionado a Justiça para solicitar o bloqueio de contas e páginas associadas ao adversário político Luiz Inácio Lula da Silva.

Essa dualidade entre o discurso oficial apresentado no plano de governo e as medidas adotadas para conter adversários na internet coloca o tema da liberdade de expressão no centro do debate político atual.

Lutador maranhense revela apoio a Lula e surpreende

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Com um perfil que muitos associariam ao eleitorado de direita com base em estatísticas e padrões sociais, Daniel Silva desafia rótulos estabelecidos. O jovem de São Luís, no Maranhão, atua simultaneamente como atleta de jiu-jítsu e motorista de aplicativo para reforçar seus ganhos mensais, além de trabalhar como docente de artes marciais na capital maranhense, mantendo fortes convicções políticas alinhadas à esquerda.

O cotidiano do atleta e motorista

A rotina de Daniel é marcada pela dualidade entre os tatames e o trânsito da capital do Maranhão. Essa vivência urbana e o contato diário com diferentes realidades reforçaram sua visão de mundo e seu posicionamento político na região nordestina.

Quebrando estereótipos políticos

Embora recortes de pesquisas e análises superficiais pudessem apontar para outra direção devido à sua profissão e faixa etária, o professor de lutas demonstra firmeza em suas convicções progressistas, representando uma voz singular no cenário esportivo local.

A trajetória de Daniel Silva evidencia como a diversidade de pensamento está presente em diferentes setores da sociedade brasileira, unindo o esporte de combate e o trabalho cotidiano a uma visão política bem definida.

Aliados de Flávio veem Jorge Oliveira como conciliador no STF

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Grupos próximos ao senador Flávio Bolsonaro (PL) apontam que a possível indicação do ministro Jorge Oliveira, atualmente integrante do Tribunal de Contas da União (TCU), para o Supremo Tribunal Federal é motivada pelo perfil “conciliador” do magistrado.

O perfil de Jorge Oliveira

A escolha do nome de Oliveira para a mais alta corte do país tem gerado movimentações e análises nos bastidores políticos de Brasília, com destaque para a sua capacidade de diálogo e articulação institucional.

Expectativas no cenário político

A proximidade e a avaliação positiva por parte dos aliados do parlamentar reforçam o favoritismo do ministro do TCU para ocupar o posto em aberto no tribunal superior.

As discussões em torno da sucessão continuam mobilizando lideranças políticas enquanto aguardam os próximos passos oficiais sobre a definição da vaga no STF.

Casal de Curitiba celebra 70 anos de união com festa de bodas

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Completando mais de sete décadas juntos, um casal de idosos de Curitiba decidiu celebrar a data com uma grande festa em família, reafirmando o afeto que une os dois desde a juventude.

Celebração das bodas de vinho

Joaquim Bárbara Moreira, de 95 anos, e Antonieta Silva Moreira, de 93 anos, comemoraram as chamadas “bodas de vinho” em um evento realizado no último sábado (10), reunindo cerca de 80 pessoas, incluindo os três filhos, sete netos e uma bisneta.

A história dos dois começou na década de 1950, no interior de Minas Gerais, inicialmente como uma relação de amizade entre jovens que brincavam juntos e se chamavam de comadre e compadre, antes de se transformarem no primeiro e único amor um do outro.

O segredo para um relacionamento duradouro

Questionados sobre a longevidade da relação, ambos apontam o companheirismo cotidiano e a cumplicidade como as bases para atravessar tantos anos de convivência sem perder o romantismo.

“Eu não tenho nem muitas palavras para falar, porque a gente viveu bem para caramba. Se eu pudesse voltar para começar tudo de novo e fazer igual, eu voltaria. Eu vivi 70 anos [com Antonieta], parece que foram 7 dias”, afirma Joaquim.

“Nós brincávamos muito. Eu e ele já nos conhecíamos e nos tratávamos de comadre e compadre. Ele foi o primeiro e o último [namorado]”, lembra Antonina.

Para eles, o cuidado mútuo é fundamental: “É amor, né. Eu cuido dele e ele cuida de mim”, conta Antonina. “Ela me respeitou muito bem e eu respeitei ela também”, diz Joaquim.

Festa planejada com detalhes especiais

A comemoração foi organizada para refletir os desejos do patriarca, que fez questão de incluir itens específicos para agradar aos convidados presentes.

“Essa festa vai ser muito legal, a gente preparou com muito carinho. A gente fez do jeitinho que ele queria, porque ele quer churrasco e chope. Então vai ser assim, da forma como ele quer. Ele fez questão do chope. Ele não bebe, mas sabe que nós gostamos”, explica a filha do casal, Ester Moreira.

Homem é preso após carregar mulher em saco de cal no Paraná

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Um homem de 40 anos foi preso em flagrante na cidade de Sarandi, localizada no Norte do Paraná, sob a acusação de tentativa de feminicídio. O crime ganhou repercussão após imagens de câmeras de segurança registrarem o momento em que a vítima, que estava desacordada, foi transportada dentro de um saco de material de construção e abandonada em via pública.

A dinâmica do crime e o socorro à vítima O caso ocorreu no Jardim Monterrey por volta das 8h10 de um domingo. O registro em vídeo mostra o suspeito, identificado como Leandro Gil Martins, empurrando um carrinho de mão com um saco de cal sobre a estrutura, deixando apenas os pés e parte das pernas da mulher à mostra. Próximo ao término da rua, ele a descartou no chão e fugiu do local.

A mulher foi localizada ainda inconsciente e recebeu atendimento médico imediato, enquanto a Polícia Militar do Paraná foi acionada para atender a ocorrência. Coberta por cal e apresentando diversos ferimentos, ela foi encaminhada a uma unidade hospitalar, onde retomou a consciência e relatou aos policiais ter sofrido agressões físicas com socos, tapas e chutes desferidos pelo companheiro.

Investigação e desdobramentos judiciais De acordo com o boletim de ocorrência, os policiais militares realizaram diligências até a residência do suspeito logo após a identificação. No local, ele foi localizado ainda com vestígios de cal pelo corpo, e a carriola utilizada no transporte da vítima também foi apreendida pelas autoridades.

Após ser conduzido à delegacia da Polícia Civil do Paraná, o homem prestou depoimento e foi autuado em flagrante pelo crime. O Ministério Público do Paraná manifestou parecer favorável à conversão da prisão em flagrante para preventiva, medida que foi acatada pela Justiça. Na segunda-feira seguinte, a vítima continuava internada em uma Unidade de Pronto Atendimento, mas sem risco de morte.

A defesa do suspeito e a versão apresentada Durante o interrogatório policial, o suspeito negou as acusações de violência física contra a companheira. Ele alegou que houve apenas um desentendimento motivado por uma garrafa de bebida alcoólica e justificou que ela estava desacordada por estar sem dormir há dois dias.

Ao ser questionado sobre o motivo de tê-la abandonado na calçada, o homem afirmou apenas que a deixou “lá mesmo”. Diante dos elementos colhidos, a autoridade policial avalia que o suspeito pode ter acreditado que a vítima havia falecida em decorrência das agressões, motivando o abandono do corpo na rua.