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Em Foz do Iguaçu, vereadora Yasmin Hachem pode liderar Frente Ampla na eleição de outubro

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Em Foz do Iguaçu, vereadora Yasmin Hachem pode liderar Frente Ampla na eleição de outubro

Setores dos três partidos da Federação Brasil Esperança (PT, PV e PCdoB) avaliam a indicação da vereadora Yasmin Hachem (MDB) como candidata a prefeita de Foz do Iguaçu. Yasmin pode liderar uma frente ampla composta ainda pelo PDT e PSB, a mesma que está sendo articulada em apoio à candidatura do deputado Luciano Ducci (PSB) a prefeito de Curitiba. No caso de Foz, a conversa já chegou às direções e lideranças dos cinco partidos que avaliam o potencial eleitoral de Yasmin, ou seja, querem testá-la em pesquisa qualitativa e quantitativa.

Aos interlocutores, Yasmin Hachem tem dito que é candidata à reeleição pelo MDB. Foi eleita em 2020 com 2.228 votos, a segunda mais votada na cidade, e tem marcado sua atuação parlamentar em defesa de uma pauta de projetos para jovens, mulheres, servidores, minorias, pequenos e médios empresários, do meio ambiente e do que chamamos hoje de economia verde, voltada à mobilidade sustentável, agroecologia, educação inclusiva, ensino integral e tarifa zero.

Yasmin Hachem disse ainda que pode avaliar a liderança de composição de uma frente de partidos centro-esquerda, lembra que fez campanha pela eleição do presidente Lula (PT), que seu partido está na base do governo no Congresso Nacional (Câmara dos Deputados e Senado), avalia como positivo o debate sobre o perfil do candidato ou candidata da frente deste espectro ideológico e político, mas sustenta que o principal é a formação de plano ou projeto de cidade que venha diminuir a desigualdade social e aumentar a renda dos iguaçuenses.

Militância
A indicação de Yasmin Hachem vai ao encontro da militância dos partidos que formam a federação Brasil Esperança. Neste sábado,o PT de Curitiba decidiu que uma plenária ampla vai decidir em 7 de abril a participação do partido – candidatura própria ou coadjuvância, nas eleições municipais de outubro. A direção petista colocou em votação a proposta para que a Executiva negocie as alianças com outros partidos, mas não conseguiu os dois terços de votos necessários e agora a decisão caberá à militância. Eram necessários 30 votos dos 44 membros do diretório. A votação acabou com 24 votos pela composição e 19 a favor de uma decisão da base do partido.

A decisão é apontada como vitória dos pré-candidatos Carol Dartora, Filipe Magal e Zeca Dirceu; dos deputados Tadeu Veneri, Professor Lemos, Requião Filho, Renato Freitas; vereadoras Giorgia Prates e Professora Josete; do ex-governador Roberto Requião. Todos defensores de candidatura própria.

A vitória por candidatura própria em Curitiba reforça a mesma tese em Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Cascavel, São José dos Pinhais, Foz do Iguaçu, Colombo, Araucária, Paranaguá e em Guarapuava, apesar dos sinais trocados de lideranças do PT em relação aos pré-candidatos nestas cidades e aos partidos que podem formar alianças. O único consenso é em Guarapuava, em que a candidatura de Dr. Antenor é prioridade zero ao partido.

Entre as pré-candidaturas cresce o apoio à educadora Izabel Diniz em Londrina; ao vereador Mário Verri em Maringá; a o engenheiro agrônomo Guilherme Mazer em Ponta Grossa; à vereadora Professora Liliam em Cascavel; ao Professor Marcelo (PV) em São José dos Pinhais; ao vereador Anderson Prego em Colombo e à microempresária Hosana Marcondes em Araucária.

No Paraná, o PT deve decidir ainda sobre o campo de alianças partidárias de deve vetar a composição com o Podemos, PL, Republicanos, União Brasil, PP e PSD e outros partidos, que segundo os petistas, representam a direita e a centro-direita no estado.